Às vezes tão pálido
Silencioso e cortante
Quanto o cálice estraçalhado
Das lembranças de outra noite
Aquele amor
De fogo, de sal e água,
Sabia que não acabava
Por ser tão pouco
Ser quase nada
E tudo o que tinha
Pra saciar a fome...
E toda noite
Vi entrar em meus olhos
As suas janelas d'alma
Pra encher as minhas de água
E roubar as cortinas...
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